Familiares do jovem Riquelme, procuraram a nossa reportagem para contestar a prisão dele, ocorrida na última quarta-feira de Cinzas, durante uma ação policial. Segundo a família, o rapaz teria sido confundido e não possui qualquer envolvimento com atividades criminosas.
De acordo com os parentes, Riquelme estava “no lugar errado, na hora errada”. Eles afirmam que o jovem é trabalhador, conhecido na comunidade e muito querido por amigos e vizinhos. A família sustenta que ele nunca teve passagem pela polícia e que as acusações que pesam contra ele não condizem com sua conduta.
A prisão foi realizada durante uma operação policial, e a Justiça decretou a prisão preventiva do jovem. Segundo a familia Riquelme fofoi acusado de envolvimento em tentativas de homicídios, o que motivou a manutenção da custódia enquanto o caso é investigado.
Familiares e amigos agora se mobilizam para reunir provas que, segundo eles, podem demonstrar a inocência do rapaz. A família pede apoio da população e afirma confiar que a verdade será esclarecida no decorrer do processo judicial.
Até o momento, a defesa do jovem tem tomado medidas legais cabíveis para tentar reverter a prisão preventiva.
Abaixo texto enviado por um familiar:
"Na última quarta-feira de cinzas, nosso jovem Riquelme, conhecido por todos como um menino trabalhador, humilde e guerreiro, foi confundido em uma ação da Polícia Militar com outra pessoa envolvida em um fato ocorrido na Rua do Telégrafo.
É importante deixar claro: Riquelme e seu amigo Lucas, estavam na Praça do Mundaí desde o início da noite e saíram de lá um ou dois minutos antes da perseguição começar. As câmeras já foram apresentadas. As provas existem. Mesmo assim, foi decretada a prisão preventiva dele.
Colocaram mais de cinco tentativas de homicídio no nome de um jovem que quem conhece sabe da índole, do coração e da história. A comunidade sabe quem ele é. A família sabe. Os amigos sabem.
A gente fica se perguntando: será que se fosse um jovem de outra realidade teria o mesmo tratamento? Será que o peso seria o mesmo? Não podemos ignorar que muitos meninos da periferia já são julgados antes mesmo de qualquer prova.
Estamos na luta, com advogados, amigos e parceiros, trabalhando para que essa prisão preventiva seja revogada, porque existem elementos suficientes que comprovam que Riquelme, não tem envolvimento com o caso.
Nós sentimos sua falta, irmão. Sua ausência dói na família, nos amigos e em todos que conhecem seu coração. Pode até haver falhas na justiça do homem, mas a justiça de Deus não falha.
Seguiremos firmes, com responsabilidade, mas também com voz ativa.
A comunidade não vai se calar diante de uma injustiça".
"Na última quarta-feira de cinzas, nosso jovem Riquelme, conhecido por todos como um menino trabalhador, humilde e guerreiro, foi confundido em uma ação da Polícia Militar com outra pessoa envolvida em um fato ocorrido na Rua do Telégrafo.
É importante deixar claro: Riquelme e seu amigo Lucas, estavam na Praça do Mundaí desde o início da noite e saíram de lá um ou dois minutos antes da perseguição começar. As câmeras já foram apresentadas. As provas existem. Mesmo assim, foi decretada a prisão preventiva dele.
Colocaram mais de cinco tentativas de homicídio no nome de um jovem que quem conhece sabe da índole, do coração e da história. A comunidade sabe quem ele é. A família sabe. Os amigos sabem.
A gente fica se perguntando: será que se fosse um jovem de outra realidade teria o mesmo tratamento? Será que o peso seria o mesmo? Não podemos ignorar que muitos meninos da periferia já são julgados antes mesmo de qualquer prova.
Estamos na luta, com advogados, amigos e parceiros, trabalhando para que essa prisão preventiva seja revogada, porque existem elementos suficientes que comprovam que Riquelme, não tem envolvimento com o caso.
Nós sentimos sua falta, irmão. Sua ausência dói na família, nos amigos e em todos que conhecem seu coração. Pode até haver falhas na justiça do homem, mas a justiça de Deus não falha.
Seguiremos firmes, com responsabilidade, mas também com voz ativa.
A comunidade não vai se calar diante de uma injustiça".
