Em entrevista à nossa reportagem, Clara detalhou a ausência de suporte institucional. Segundo ela, a Prefeitura de Porto Seguro não prestou assistência e a atuação da empresa prestadora de serviços tem sido marcada por desencontros. Na manhã seguinte à internação, representantes foram ao hospital questionando se o coletor recordava detalhes da acidente, momento em que ele não tinha condições emocionais de depor, sumindo em seguida.
Desde então, o acompanhamento tem recaído sobre um técnico de integração, identificado como Tássio, que chegou a comprar lanches para a filha do casal e informou que a empresa tentaria falar com a Secretaria de Saúde para agilizar o procedimento cirúrgico.
Questionada sobre o sustento da casa, a empresa deu respostas genéricas citando trâmites do INSS, enquanto o vale-alimentação não caiu na data prevista. Com despesas urgentes como aluguel, fraldas para o bebê de colo e custos com a vinda dos pais de Alexandre do Rio de Janeiro, Clara organizou uma vaquinha solidária. Quem puder ajudar pode doar via PIX (CPF): 081.182.875-13 (em nome de Clara Lowhanna Reis).
Questionada sobre o sustento da casa, a empresa deu respostas genéricas citando trâmites do INSS, enquanto o vale-alimentação não caiu na data prevista. Com despesas urgentes como aluguel, fraldas para o bebê de colo e custos com a vinda dos pais de Alexandre do Rio de Janeiro, Clara organizou uma vaquinha solidária. Quem puder ajudar pode doar via PIX (CPF): 081.182.875-13 (em nome de Clara Lowhanna Reis).
Por Portomaisnoticias
