O homem identificado foi preso em flagrante na última quarta-feira (20/05) sob a acusação de manter um cultivo ilegal de maconha no Centro de Belmonte, já foi liberado.
A soltura ocorreu logo após o suspeito ser ouvido na Delegacia Territorial do município. Em contato com a reportagem do Belmontenews, amigos saíram em sua defesa e apresentaram a versão do acusado para os fatos.
Segundo os relatos, o homem alegou formalmente que todo o cultivo era destinado exclusivamente ao seu próprio consumo. Reconhecendo que é usuário, o homem, teria afirmado que mantinha a plantação para evitar o recurso ao tráfico de drogas tradicional e ao crime organizado para sustentar sua dependência.
Os amigos do acusado também rechaçaram de forma veemente as denúncias de que o imóvel estaria sendo utilizado como ponto de venda de entorpecentes.
Relembre a Operação Policial
A prisão ocorreu após a Polícia Militar receber uma denúncia anônima apontando que uma residência na Rua 23 de Maio, em pleno Centro da cidade, abrigava um esquema de cultivo e comercialização de drogas.
Ao chegarem ao local, os policiais abordaram o morador. De acordo com o boletim policial, o homem confessou que utilizava o espaço para o plantio.
Uma busca minuciosa na estrutura montada no imóvel resultou na apreensão de um vasto material:52 pés de maconha;
46 mudas da planta;
125g de sementes prontas para plantio;
62g de maconha prensada;
02 tubos de óleo extraído da planta;
01 balança de precisão;
R$ 6.996,00 em espécie;
01 aparelho celular Realme;
02 cartões de crédito.
46 mudas da planta;
125g de sementes prontas para plantio;
62g de maconha prensada;
02 tubos de óleo extraído da planta;
01 balança de precisão;
R$ 6.996,00 em espécie;
01 aparelho celular Realme;
02 cartões de crédito.
Próximos Passos Judiciais
Embora tenha sido colocado em liberdade após os primeiros procedimentos na delegacia, o material e o dinheiro em espécie seguem apreendidos e anexados ao inquérito, o homem responderá em liberdade perante a Justiça pelo crime de cultivo ilegal não autorizado, onde a investigação e o poder judiciário deverão avaliar se a quantidade e a estrutura configuram tráfico ou se sustentam a tese de uso pessoal defendida pelo acusado.
Por Belmontenews
